

E se eu criasse um filamento que brilhasse sem queimar com a passagem da eletricidade?, pensou Thomas Edison, sem ter certeza de que uma de suas mais de mil tentativas resultariam na lâmpada elétrica.
E se eu acrescentasse um motor movido a gasolina a um balão dirigível?, imaginou Santos Dumont, pai da aviação moderna.
E se eu juntasse música, telefone e comunicação via internet em um único aparelho?, indagou Steve Jobs, antes de lançar o iPhone, em 2007.
Sim, dúvidas, por mais irônico que possa parecer, têm sido as maiores alavancas da criatividade desde a invenção da roda.
E num mundo com cada vez menos certezas, o mundo areia-movediça em que vivemos agora, elas se tornam fundamentais não só para grandes inventores, mas também para todos que desejam viver a vida que querem.
Dúvida como capital, centro de partida. Dúvida como capital intelectual e financeiro. Dúvida como geração de consciência, capaz de abrir mentes, mudar hábitos e criar negócios, é o nosso ponto de largada para conversas que tragam novas visões sobre conhecidos temas – e, acima de tudo, eliminem as limitações que as certezas herdadas costumam impor.
Seja bem-vindo(a). Aqui, você pode (e deve) duvidar à vontade.